saiba quem é Joana Ribeiro: a juíza que negou aborto a uma criança de 11 ano

Nessa semana, uma juíza chamou bastante atenção dos internautas após aparecer em um vídeo onde falava com uma criança que tinha sido vítima de estupro, e dessa relação, ela acabou engravidando. Neste vídeo, é possível ver a magistrada negando aborto a uma criança de 11 anos, sugerindo por diversas vezes que ela continuasse a gestação. A garota estava claramente incomodada com as investidas da magistrada.

Em sua decisão, Joana Ribeiro de 43 anos, magistrada servidora do TJSC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina) negou permissão para que a criança vítima de estupro abortasse o feto. A juíza já atua há mais de 18 anos na vara da infância e da juventude, passando por comarcas como a de Itajaí e Navegantes, no litoral norte do Estado. De acordo com a juíza, ela mesma decidiu trabalhar com as crianças e os adolescentes, graças a vivência e experiência na área. Também viu diversos amigos se tornarem órfãos, muitas crianças serem vítimas de abandono, fazendo com que desde cedo, despertasse empatia para trabalhar em áreas como essa.

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Joana é formada em Direito, com especialização em Processo Civil. É mestre em Direito através do Programa de Mestrado Profissional em Direito da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. É doutoranda na mesma instituição onde obteve o título de mestre. A tese do seu doutorado segue a linha da infância e juventude. A magistrada também escreveu alguns livros sobre este tema e já conta com mais de 10 publicações de artigos.

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Atualmente, está a frente do Ceij (Coordenadoria Estadual da Infância e Juventude do TJSC), assim como também é membro do Nejusca (Grupo de Pesquisa do Núcleo de Estudos Jurídicos e Sociais da Criança e do Adolescente).

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Na emissão da decisão polêmica, a juíza trabalhava na cidade de Tijucas. Contudo, nesta terça-feira (21/06), ela emitiu uma nota dizendo que havia recebido uma promoção por merecimento, sendo transferida para a cidade de Brusque, localizada no Vale do Itajaí. De acordo com Joana, essa promoção teria sido dada antes mesmo do caso tomar repercussão. Diante disso, ela saiu da vara da infância